Tuesday, April 8, 2008
The unfading cruelty of the night
My mind is becoming uncontrolled.
And I'm paralyzed in the fear of acting
Concerned of other's perceptions.
My mouth fails to obey
the incoherent thoughts that pop in my brain
the unclarity assumed
gives place to silence
And I'm shutting down...and I'm shutting down...and I shutting down...
Am I wake?
Sunday, March 16, 2008
Piercings or no piercings - that is the question!

E se algum dia eu quiser agrafar a minha orelha, quem me vai impedir? Ou se, num acto de irreverência, me apetecer martelar um prego na minha língua, quem é que tem moral para me dizer que não?
Aparentemente existem algumas pessoas que pensam que a nossa estética é do domínio público e consideram-se no direito de legislar contra a possibilidade de colocar qualquer tipo de metal no nosso rosto - ou mesmo noutras partes mais sensíveis e que cumprem funções de grande importância para o aumento da taxa de natalidade.
É tudo uma questão de saúde pública, advogam eles. Pois com certeza. A enorme malificiência dos piercings é mais do que conhecida e tantas mortes já deve ter causado na população mundial. Aliás, crê-se que grande parte das tribos africanas desapareceu devido a usarem brincos no nariz. (se calhar a comunidade de indíos norte-americana também foi desaparecendo devido às pinturas no rosto - provavelmente a tinta que utilizavam era tóxica).
Há uma frase que para mim faz muito sentido que é a famosa "a nossa liberdade termina onde começa a dos outros". Ou então, como eu gosto de dizer, "a nossa liberdade começa quando não colide com a dos outros". E a não ser que, por qualquer excesso de entusiasmo, possa ferir o corpo de alguma senhora com um piercing (localizado nas mais variadas zonas geográficas do corpo), não admito que alguém se considere arrogante ao ponto de definir aquilo que eu posso ou não posso "vestir".
Para perceber um pouco melhor o ridículo dos argumentos apresentados para justificar esta tentativa de controlo absurdo, fica um trecho deste artigo de opinião que podem consultar na íntegra através deste link:
http://dn.sapo.pt/2008/03/16/opiniao/dias_contados.html
No papel de legitimador científico, o bastonário dos dentistas saiu a aplaudir a proibição e a desenvolver: "Existem casos de morte provocados pelos piercings, apesar de não serem muitos." O bastonário não adiantou quantos, talvez por serem ainda menos que o número de portugueses falecidos em 2007 por manusearem uma grafonola, os falecidos em 2006 durante a observação de melros, ou os falecidos em 2005 no minuto seguinte a terem votado PS. O estranho é que todos estes actos são permitidos, embora, após três anos, alguns revelem consequências devastadoras para a nossa saúde, pública e privada, física e mental.
Sunday, February 24, 2008
Final Fantasy
Dimensões provindas de fantasias retiradas das mais belas aventuras.
Mas não é a beleza de uma verdade inexistente que me prende.
Nem sequer a realidade que à volta do meu ser permanece.
É o receio. É o medo de olhar para dentro. Admitir todas as imperfeições.
Reconhecer um passado, um presente e um futuro distantes de sonhos outrora verdadeiros.
E é por isso que por vezes corro e escapo de mim próprio.
Mas não interessa se sou rápido. É indiferente os quilómetros que percorro, ou o tempo que entretanto se perde.
E pode até ser um, cinco ou mesmo 26 anos. Porque chega um ponto em que fico cansado e olho para trás.
E, nessa altura, sentamo-nos e conversamos.
De preferência numa montanha com vista para o mar.
Tuesday, February 5, 2008
Looking Outside
Sunday, May 13, 2007
História: o caminho para o futuro
Tuesday, January 9, 2007
Fuck Routine
13h30-fui almoçar
Saturday, January 6, 2007
Se não acreditamos em bruxas, então porque é que elas existem?
Ghost Stories!
Fantasmas e espectros: Ser ou não ser – existir ou não existir- eis a questão! Contos para assustar criancinhas ou vivências arrepiantes que deixam impressões nas pessoas. Todos nós já ouvimos falar de aparições, copos que se quebram, cadeiras que se deslocam sem qualquer intervenção humana, moedas que arrastam os dedos que sobre ela repousam. Enfim! Mil e uma histórias do sobre-natural. Eu não posso afirmar que já tenha passado pessoalmente por tal experiência. O motivo foi que nunca quis. Mas porquê? Porque não acredito nesses fenómenos? Não. Porque tenho demasiado respeito? Sim. Mas essa não é a resposta mais correcta. Então qual é? Porque tenho medo? Sim. Medo porque acredito em espíritos? Não. Então medo do quê? Medo de ter que acreditar! Esse é o meu grande receio e passo a explicar
No meu caso, a questão que se coloca não é se eu acredito ou não em fantasmas. Está que eu não quero acreditar que tal possa ser realmente verdade. Daí que tenha optado sempre por não me colocar numa posição em que tenha de ser confrontado com esta situação. Confesso que inicialmente não ligava aos relatos que me chegavam aos ouvidos, sobre sessões de espiristimo. Mas o que é que fazemos, em que é que acreditamos, quando pessoas da nossa maior confiança confessam que já participaram e que atestaram com os próprios olhos a sua veracidade? Enfia-se a cabeça debaixo da areia, e finje-se que não é nada connosco? Se tiver que ser! Como um amigo meu me disse à uns dias, depois de uma “visita” nossa a uma casa “assombrada” (recognise the pic?), a dificuldade ao sermos confrontado com esta problemática é que se verificarmos a sua autenticidade, muitas coisas deixam de fazer sentido. Muitas das verdades inquestionáveis em que acreditamos esvanecem-se no ar. E essa será sem dúvida alguma uma situação muita complexa de gerir!
Por isso nada melhor que a sabedoria popular.
- "Eu não acredito em bruxas, mas que as há, há!"

